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IPC realiza 784 mamografias durante a campanha Outubro Rosa E-mail
Qui, 01 de Novembro de 2018 16:44

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A campanha do Outubro Rosa chegou ao fim, mas a compreensão sobre os fatores de risco, proteção e importância do diagnóstico precoce do câncer de mama entre as mulheres precisa ser destacada todos os meses. A estimativa do Ministério da Saúde é de 52.680 novos casos desse tipo de câncer a cada ano, com risco de 52 casos a cada 100 mil mulheres. A mamografia é o principal exame para o diagnóstico do câncer de mama, e no Instituto de Prevenção do Câncer (IPC), do Governo do Estado, somente no mês de outubro 784 exames foram realizados.

Com a oferta diária de 40 vagas para mamografia, o IPC foi responsável por 4.849 feitas no Estado de janeiro a outubro deste ano. O acesso das pacientes a unidade é feito por meio das centrais de marcação de consulta do Estado e do município de Fortaleza. Referência em atendimento secundário para diagnóstico precoce, além do exame clínico nas mamas, o instituto realiza em média por mês 459 consultas de mastologia, 200 ultrassons mamárias e 35 retiradas de nódulos, drenagem e biópsias (procedimento realizado no centro cirúrgico).

Orientação de exame anual

O câncer de mama ainda é o mais comum entre as mulheres. A melhor maneira de prevenir o  câncer de mama é o autocuidado. A realização do autoexame da mama deve ser feita mensalmente e, na presença de alguma anormalidade, um médico deve ser procurado. “O autoexame é muito importante, mas em hipótese alguma substitui a mamografia”, explica Ana Catarina Arcanjo diretora clínica do IPC.

A faixa etária recomendada pelo Ministério da Saúde para rastreamento do câncer de mama, ou seja, exames de mulheres assintomáticas é de 50 a 69 anos e é importante que o exame seja feito anualmente. Além do diagnóstico precoce do câncer de mama, a mamografia auxilia no diagnóstico de cistos (alterações inofensivas do tecido mamário), nódulos (formações sólidas que costumam ser benignas) e calcificações (depósitos de cálcio que, em geral, não indicam perigo).

O tumor na mama apresenta alguns fatores de risco: idade avançada, exposição prolongada aos hormônios femininos, o excesso de peso e o histórico familiar. Mulheres que não tiveram filhos ou que foram mães após os 35 anos, não amamentaram, fizeram uso de reposição hormonal, menstruaram muito cedo (antes dos 12 anos) e entraram mais tarde na menopausa (acima dos 50 anos) também podem correr mais riscos. “No entanto, há casos de mulheres que desenvolvem a doença sem apresentar os fatores de riscos citados, por isso o acompanhamento médico é sempre importante”, complementa Ana.



Assessoria de Imprensa CIDH/IPC/Lacen
Suzana de Araújo Mont'Alverne
85 3101.1488




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