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Seminário sobre os Programas de Controle de Câncer de colo e mama E-mail
Ter, 18 de Julho de 2017 13:24

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O Instituto de Prevenção do Câncer (IPC), do Governo do Estado realizou na última segunda-feira, 17 de julho, um seminário sobre os Aspectos Operacionais dos Programas de Controle de Câncer de Colo de Útero e Mama junto a Coordenação do Programa à Saúde Indígena e ao Distrito Sanitário Especial Indígena do Ceará, vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena, do Ministério da Saúde. Com as aulas, o IPC buscou entender e debater as diretrizes dos programas de controle do câncer de mama e colo de útero no âmbito da saúde indígena, assim como, promover a aproximação das equipes de saúde para melhorar o funcionamento da rede de atendimento. O evento contou com a presença de 43 médicos e enfermeiros de dezessete municípios.

Um dos temas mais debatidos durante o seminário foi o rastreamento dos dois tipos de câncer, o de colo de útero e mama, com indicadores, definições e diretrizes do Ministério da Saúde para os cuidados com as doenças. “Reforçar estratégias para a detecção e diagnóstico precoce é fundamental para que a incidência da mortalidade por câncer de colo de útero e mama seja reduzida”, enfatizou a médica do IPC, Paola Borba.

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As equipes do Programa de Saúde Indígena puderam ainda saber mais sobre o atendimento as pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS), com organogramas organizacionais, com indicadores de atendimento e os determinantes da saúde no País voltados para a análise do meio ambiente, estilo de vida dos brasileiros e o que os levam a buscar os serviços de saúde ofertados.

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Diretrizes do Ministério da Saúde para rastreamento

As diretrizes para o Programa de Rastreamento são definidas pelo Ministério da Saúde. Para o câncer do colo de útero, mulheres dentro da faixa etária de 25 a 64 anos e que já iniciaram a vida sexual devem fazer parte do programa. “No Estado, o câncer de colo de útero é o 3º que mais mata. E essa realidade precisa e pode ser revertido, já que é um câncer curável. Precisamos inibir novos casos e isso só é possível com prevenção”, diz Paola. O principal método para rastrear o câncer de colo de útero é o exame de Papanicolau. A periodicidade do exame é anual ou a cada três anos se dois exames seguidos forem normais.

No caso do câncer de mama, o público-alvo para rastreamento são mulheres na faixa etária de população alvo 50 a 69 anos e população de risco elevado. “O rastreamento beneficia o prognóstico da doença, com um tratamento mais eficaz e com menor morbidade”, destaca a médica. No Brasil, a mamografia é o método recomendado. “A mamografia é o único exame que apresenta eficácia na redução da mortalidade do câncer de mama”, explica Paola.

A médica citou ainda o levantamento feito pelos municípios participantes do seminário sobre o número de mulheres que estão dentro da faixa etária estipulada pelo Ministério da Saúde para o Programa de Rastreamento. Nos 17 municípios (Aquiraz; Acaraú; Aratuba; Canindé; Caucaia; Crateús; Boa Viagem; Itarema; Itapipoca; Maracanaú; Monsenhor Tabosa; Novo Oriente; Pacatuba; Quiterianópolis; São Benedito; Tamboril e Poranga) 5.863 mulheres são público-alvo para as diretrizes de prevenção.

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Assessoria de Imprensa do IPC/CIDH/Lacen
Suzana de Araújo (85 - 3101.1488 / Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. )



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